14 10 2011

estar sem ti não é bem estar sem ti, porque te tenho sempre como a névoa dos incêndios ali a reflectir nas chapas de zinco e fica tudo uma espécie de “imagens imaginárias”, em vez das vozes imaginárias, que só eu vejo e interseccionam quem estou  a ver e a ouvir. torna-se complicado.

 

por vezes, parece igualmente que estou a respirar colada a um vidro da porta. com a boca colada a ele, e aquele vapor que exige as pontas dos dedos para ser alguma coisa de jeito.

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