25 06 2011

às vezes, sou-lhe uma ausência

“está a trabalhar? está na faculdade?”

outras, foi lá comprovar ou resgatar-me, e mesmo que ainda não soubesse sofrer mais na medida em que sofre ele próprio, pela passagem das horas ou por não ver o dragon ball a horas

“porque é que choras tanto pela faculdade? não há outro exame?”

vou crescendo, aos poucos, para ele: antes tinha “cinco anos”, hoje sou “adolescente” para ele.

falho com ele em coisas que devia não fazer, mais do que pelas que faço, e hoje ensinei-lhe o que queria dizer “veterano”, mas não porque o quisesse especialmente: ouviu-me, quis compreender e perguntou.

não vou dizer que quero ser assado frito e cozido como tia, idealizando uma relação nossa. correndo o risco de ser tão egoísta como costume, quero ser alguém melhor na luta contra o tempo que criei. sei também que há sortes não ditosas, que tudo ditam.

espero que haja sempre um minigolfe para eu poder sugerir e saber que o sorriso é meu.

Parabéns, G.

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25 06 2011
indieotta

que bonito 🙂

mas do que ele gostou foi da bola. mai nada 😛

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