11 06 2011

tu és uma luz apagada. com diferentes sentidos de boa, dependendo da margem em que estou. chamo-te luz mas estou apenas a inferir: nunca estiveste acesa e queria não te chamar luz só porque estás no meio das outras luzes acesas e te distingues, como um dente faltoso num sorriso infantil preso na fotografia tirada em dias que cheiravam a primavera ou outono, conforme. porém, e apesar de por vezes parecer um gato encandeado quando olhos as luzes à noite, cheias de novas auras que as fazem parecer flores a perderem pétalas, é dessa luz apagada, ou não luz, ou nunca  luz, de que não demovo o olhar.

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