2 05 2011

eu, como é costume dizer-se, “andei” a estudar Direito. posto isto, aprendi uma série de linhas gerais, segue segue segue, lê mais estes e estes e estes já está.

mas, algo que sempre carreguei comigo, e que por algum motivo coincidia com a doutrina estudada, era a ideia de negar a Justiça de Talião, o tal do olho por olho, dente por dente.

e aprendi, a par daquilo ensinado pelo horatio do csi, que a vingança não é justiça. e se queremos administrar justiça, devemos atender à função e ao tipo de pena. e que a uma conduta ilegal, não corresponde o poder de determinar o fim da vida de alguém, porque não deve ser assim tão rudimentar a correspondência entre o acto e a pena.

ora, nos entretantos, o que sucede? vislumbramos todos os bastiões do poder de facto (que já entendi ser o que comanda o outro), bem como alguns representantes supostamente relacionados com alguns instrumentos legislativos (do géner da ONU), dizerem que

foi feita justiça.

e penso que , paradoxalmente, é assim que se explicam fenómenos como o Bin Laden. Não são necessárias mais explicações, estas declarações são eloquentes e reveladoras por si só. Isso e o cuidado de os jornais não dizerem Osama pra não se confundir com Obama, talvez.

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