3 02 2011

o meu corpo, de delito do café, tem afinal outros deleites.

culpei-o por padecimentos de orgãos vários, tendo chegado ao extremo, ah isto assim é impossível!, de lhe apontar o dedo trémulo pelo torpe golpe ao coração e aos pulmões. a toda a mancha castanha escura, quase epifania de derrame de petróleo nos meus oceanos vivos, culpei pelo meu quase afogamento.

ainda bem que em sua defesa surgiram os olhos e as mãos, que desvendaram a líquida verdade.

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