31 10 2010

um, dois, três, e uma tempestade para todos. a única coisa que é objectivamente igual, lá fora, que ouvimos por igual e que nos fustigaria sem querer saber do que fizemos, pensámos, sentimos e fomos uns para os outros e deixámos de ser. é a tempestade que me lembra sempre como sou intolerante com o vento e a chuva no cabelo e que não há cá literarices de gostar de andar a chuva encharcada livre e feliz ou raio que é.

 quem me dera ser só isso e nada mais.

já vejo as futuras tempestades, assim tão simples: é só ser ou não ser intolerante com a chuva e ventos. é só abrigar-me, fugir e esconder ou ir lá para fora e ficar fechada e implorar para entrar. é so aninhar-me e nem sentir o ar ou ter que ir e engolir a intolerância e desejar chegar a casa, fazê-lo finalmente, e a única conversa entre saudades ser a tempestade que também ouvem.

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2 responses

1 11 2010
txikia

muito bonito 🙂

1 11 2010
ummaisumigualaum

obrigada mon amour*

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