23 09 2009

Não a ecolhi e aceitei demasiados pactos. Apaticamente, não consigo deixar de ter tudo sob controlo até ir dormir.

Quero tanto que ela vá dormir. Faço tão pouco barulho e anseio acordar com a alvorada, só para ouvir os rumores intocados. Nem que os olhos pesem, o coração é leve sem ume spectro que puxa o tempo,como se puxa o lençol na cama, até me interpelar outra vez.

Tenho que falar silêncios que ela não lê. Estou sempre onde não pedi para estar, a um tempo a jusante do meu corpo e os meus passos não me levam para o sítio onde me julgo mais livre: a minha cabeçacom a minha voz incessante de tudo.

Até aí chego e vejo tudo remexido: já estive aí e sei como és e me és. Arruma de novo, detesto o caos e tu és a desordem. Não a minha, mas a que me rodeia. O que é pior, no teu caso.

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