19 07 2009

eu não costumo realmente pensar que pessoas como tu se salvem. O perigo não te é extrínseco, não te surge na rua, nem sequer é um mar em que entras com outro fito que não o de esbracejar sem respirar.

andas com o perigo em ti, mas os outros é que o vêem como um perigo nas suas vidas, como se em relação a si mas, por hipótese, vindo de si próprios.

houve alguma coisa decerto que pensaste e querias, mas não pensando no que evitar ou pisar até lá chegar: fizeste o caminho pelo outro lado, o da crença que caminhando estava tudo bem.

não há nada de mal em estar parado, sentado, entre v’s invertidos de pernas em movimento. há muito que passa, menos o passado que te assenta.

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