16 05 2009

É a madeira que me vai enlouquecer, a negar o calor de um raio espalhado.

É um espelho de pedra em que vou insistir em fazer tudo o contrário do que quero, ao frio da boca, à primeira coisa que me transforme o olhar.

É essencialmente no olhar que vais ver e sempre viste os mundos em que caminhei contra mim. É aí que se contam as guerras e o fumo remanescente.

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