20 02 2009

Há uma luz que silencia os três tons de verde urdidos nas ervas emaranhadas, cabelos desgrenhados e relva macia, rocha indiferente com as dores a saírem-lhe do corpo com espinhos curtos.

E o que nos faz entrar levemente sem tempo, é o fumo estendido, largo e disforme, a subir pelos campos, cercas, telhados e pinheiros em segredos fechados, em eterno caminho para o céu.

O fumo, os olhos de um vulto ,  pacientemente perdidos numa pequena chama. Envolvido mas nunca atravessado pelo fumo. Era um tempo em que nos imiscuíam e uma história que não nos contavam, nem em segredo, no semi círculo que lhes fizemos.

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