.mais do que olhos fechados

4 10 2008

(Fora daqui eu vi isto)

Hoje era um recanto fresco e protector . Uma rua vulgar de todos os dias dizia-me, triunfante: aposto que não viste as paredes que guardo.

Era verdade; estavam guardadas por uma esquina a quem eu não dava conversa . Eram paredes e escadas vazios , a murmurar frescas e verdes, de tapetes estendidos de heras.

O verde escuro era frio nos braços sem brisa e brisa no pescoço.

Lá em cima um portão que cresce com ramagem vulgar, por entre esquinas , paredes grandes que ladeiam escadas de beijos longos por terem o tamanho do corpo.

O candeeiro não é testemunha: é solitário desde que ninguém o vai acender desejando boa noite com um toque

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