.Através do vidro

10 09 2008

Às vezes a vida explode em nós de uma forma insuportável, como vergonha de olhar de frente para outras.

Às vezes a saudade não é visual, é um monte de curtas-metragens em que pensamos através da janela que nos retratam sempre fragéis. Nunca penso ‘e se quiser partilhar aquela felicidade e ela não estiver logo ali?’. Penso antes: ‘E se me acontecer esta ou aqueloutra tragediazita, o que acontece se ela não estiver quase já aqui?’

Depois apercebo-me finalmente que ando a mudar de caminhos para chegar aos mesmos sítios. Que ando mais depressa, porque penso mais devagar.

Também já não sei o termo certo de açúcar na meia de leite, e isso é o que me aborrece agora.

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