não é que eu quisesse ser apenas uma linha, direita, no topo, a coser-te ou a apertar-te. mas vamos sempre pensar que o bem e o bom são bonitos e felizes. porque, convenhamos, ninguém quer ensinar coisas através da dor: não somos nós que ensinamos nada, não és tu que aprendes nada, é tudo um enorme grito que se guarda e uma pedra no joelho e no sobrolho. não há lições, nem epifanias, não há evoluções ninjescas que aquilo que eu sou, em determinados momentos, provoque.
o que dar-te mais senão o bem e o bom, o mais abundantes e constantes possíveis? o que chorar mais, senão o menos que realmente dou e sou?